Chitãozinho recorda emoção de Leonardo no 1º show sem Leandro

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Em meio ao clima de reencontro do projeto Amigos, o cantor Chitãozinho revelou o momento mais marcante da turnê após a morte de Leandro.

O grupo formado por Chitãozinho e Xororó, Zezé Di Camargo e Luciano e Leandro e Leonardo já havia se apresentado com grande sucesso em 1995, 1996 e 1997. Para 1998, havia dois shows marcados, a tradicional apresentação de fim de ano exibida pela Globo e uma em 1º de julho no estádio Parc des Princes, em Paris, na França, como parte do projeto da emissora Coração Brasileiro.

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Quando o cantor Leandro morreu, em 23 de junho de 1998, vítima de um câncer de pulmão, o futuro de Leonardo nos palcos ficou incerto. O cantor viajou a Goiás e não sabia se voltaria algum dia para o palco.

Coube aos quatro amigos, com a ajuda da família, a tarefa de convencer Leonardo não apenas a não desistir da carreira como também perder a missa de sétimo dia de Leandro e embarcar para Paris para o show especial em plena Copa do Mundo da França.

“Ele chorou muito na hora de ensaiar, ele estava sem estrutura. Nós demos um apoio para ele e foi tão importante que estamos colhendo frutos do show até hoje”, conta Chitãozinho. “A amizade já existia e continua existindo.”

Luciano também afirma que o clima de amizade entre os amigos não mudou nos 20 anos desde o último show. “Tudo sempre é junto conosco, não existe diferença. É como se fossem seis gêmeos, seis filhos, seis irmãos”, diz Luciano, incluindo Leandro na conta.

Luciano afirma que, por isso, o camarim da turnê de Amigos será único, apenas com pequenos espaços reservados para eles se trocarem. “As brincadeiras são as mesmas de 20 anos atrás. Um faz café pro outro, isso não mudou”, afirma o cantor.

“Leonardo é o piadista, que chega com um sorriso no rosto. Quem sempre puxa pro assunto de trabalho é o Xororó, ele é o mais comprometido, mais concentrado. Eu sou o britânico da turma, pontual.”

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Em meio ao clima de reencontro do projeto Amigos, o cantor Chitãozinho contou à reportagem o momento mais marcante que passou ao lado dos companheiros de música sertaneja: o show em Paris, apenas oito dias após a morte do cantor Leandro, em 1998.

O grupo formado por Chitãozinho e Xororó, Zezé Di Camargo e Luciano e Leandro e Leonardo já havia se apresentado com grande sucesso em 1995, 1996 e 1997. Para 1998, havia dois shows marcados, a tradicional apresentação de fim de ano exibida pela Globo e uma em 1º de julho no estádio Parc des Princes, em Paris, na França, como parte do projeto da emissora Coração Brasileiro.

Quando o cantor Leandro morreu, em 23 de junho de 1998, vítima de um câncer de pulmão, o futuro de Leonardo nos palcos ficou incerto. O cantor viajou a Goiás e não sabia se voltaria algum dia para o palco.

Coube aos quatro amigos, com a ajuda da família, a tarefa de convencer Leonardo não apenas a não desistir da carreira como também perder a missa de sétimo dia de Leandro e embarcar para Paris para o show especial em plena Copa do Mundo da França.

“Ele chorou muito na hora de ensaiar, ele estava sem estrutura. Nós demos um apoio para ele e foi tão importante que estamos colhendo frutos do show até hoje”, conta Chitãozinho. “A amizade já existia e continua existindo.”

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Luciano também afirma que o clima de amizade entre os amigos não mudou nos 20 anos desde o último show. “Tudo sempre é junto conosco, não existe diferença. É como se fossem seis gêmeos, seis filhos, seis irmãos”, diz Luciano, incluindo Leandro na conta.

Luciano afirma que, por isso, o camarim da turnê de Amigos será único, apenas com pequenos espaços reservados para eles se trocarem. “As brincadeiras são as mesmas de 20 anos atrás. Um faz café pro outro, isso não mudou”, afirma o cantor.

“Leonardo é o piadista, que chega com um sorriso no rosto. Quem sempre puxa pro assunto de trabalho é o Xororó, ele é o mais comprometido, mais concentrado. Eu sou o britânico da turma, pontual.”

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