Antes de consolidar a carreira solo, o cantor passou por bandas e projetos em dupla. No início dos anos 2000, ganhou projeção com Coração Aberto, composição que ajudou a abrir caminho para uma sequência de discos voltados ao sertanejo romântico e às regravações.
Outra fase marcante foi o projeto Cabaré, criado ao lado de Leonardo. A parceria levou os dois a palcos de todo o país e reforçou o alcance comercial de Eduardo Costa, que já carregava uma base fiel de fãs construída entre canções românticas e referências à vida no interior.
As imagens da Fazenda Santa Maria Catarina alimentam a curiosidade porque mostram um patrimônio ligado a dois símbolos fortes do sertanejo: luxo e terra. Lago, cavalos e rebanho criam uma vitrine de sucesso, mas os registros não substituem os dados de uma operação rural que exige técnica e gestão diária.
Sem tratar estimativas de patrimônio como informação definitiva, é possível afirmar que a fazenda se tornou um dos bens mais associados à imagem de Eduardo Costa. Entre o palco e o curral, o cantor sertanejo transformou sua ligação com o campo em parte importante da própria narrativa profissional.
