Empresário de dupla sertaneja é preso por atentado terrorista em Brasília

O empresário sertanejo Rodrigo Ferro Pakuszewiski, de 28 anos foi preso por participar de atos terrorista em Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)
O empresário sertanejo Rodrigo Ferro Pakuszewiski, de 28 anos foi preso por participar de atos terrorista em Brasília (Foto: Arquivo Pessoal)

Empresário de dupla sertaneja está na lista de bolsonaristas identificados no ato terrorista que aconteceu em Brasília no último domingo

A lista de 1.167 presos pelos atentados terroristas no domingo (8) em Brasília conta com, pelo menos, três detidos do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, que inclui desde assentados da reforma agrária até empresário de dupla sertaneja.

Nesta quinta-feira, a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal atualizou a relação dos presos, sendo 674 homens no Presídio da Papuda, e 493 mulheres no centro de detenção provisória feminina.

Dono de uma empesa de energia solar e empresário de uma dupla sertaneja, Rodrigo Ferro Pakuszewiski, 28 anos, participou dos acampamentos contra a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da manifestação realizada domingo em Brasília.

Morador do Assentamento Itamarati, ele acabou preso acusado de participar da invasão e depredação do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto. Segundo o site O Jacaré, a família e amigos estariam fazendo vaquinha para pagar advogado.

Não é o único do assentamento, um dos locais sempre citados como exemplo de sucesso da reforma agrária por Lula. O petista esteve no local como presidente e quando confirmou a intenção de voltar a disputar a presidência da República.

Artistas sertanejos temem investigações sobre cachês milionários

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vem cumprindo com as suas promessas de campanha e realizando gradativamente a quebra do sigilo de 100 anos decretado por Jair Bolsonaro em sua gestão.

Na tarde desta quinta-feira (12), o governo divulgou os gastos milionários do cartão corporativo da presidência da república, onde surgiram compras suspeitas, como a de uma lanchonete onde em um dia, Jair Bolsonaro gastou R$109 mil em apenas um restaurante de Roraima, o suficiente para comprar 659 marmitas e quase três mil lanches com cartão corporativo durante.

As duplas sertanejas e os cantores que apoiaram e subiram no palanque do ex-presidente no ano passado, temem que rastro de corrupção respinguem em sua carreira, tendo em vista a repercussão negativa com escândalo dos cachês milionário explorado exaustivamente para imprensa no ano passado.

Na ocasião vários contratos passaram a ser investigados pelos Tribunais de Contas dos estados, como shows de Gusttavo Lima, Zé Neto e Cristiano, Bruno e Marrone que chegaram a ser proibidos de ser realizado pela justiça.

Com a revelação dos escândalos divulgado pela imprensa nos últimos dias, os artistas sertanejos resolveram mudar seu posicionamento e aqueles que até o ano passado tinham encontros frequentes com Jair Bolsonaro, passaram a amenizar a relação com o ex-presidente. É o caso de Zezé Di Camargo que em recente entrevista ao jornal Folha de São Paulo declarou; “Não sou Bolsonaro e nem ≥≥≥÷Lula.

Mas de acordo com a apuração feita por Hedmilton Rodrigues, do site Movimento Country, alguns artistas teriam sido aconselhados por empresários, gestores de carreira e assessores de imprensa a não se envolver em discussões políticas nas redes sociais e não levar o tema para o palco em 2023.

O cantor sertanejo Gusttavo Lima chegou a expulsar uma fã do seu show, após ela não concordar com seu posicionamento político e puxar o “Hino Nacional” em plena virada do ano em um show que aconteceu durante o Réveillon no Ceará.

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Criador e fundador do Movimento Country. Radialista e Publicitário