Assessoria justifica presença do pai de Gusttavo Lima em evento com Bolsonaro “Foi por conta própria”

A assessoria de cantor sertanejo Gusttavo Lima foi rápidas e saiu em defesa do cantor após o pai do artista participar de evento político com Bolsonaro

Esta semana Alcino Lima participou de um evento político ao lado do Presidente da República Jair Bolsonaro, na cidade de João Pinheiro, interior de Minas Gerais. Após a repercussão, o PT acionou o TSE por considerar o evento com objetivos eleitorais e acusou Bolsonaro de campanha antecipada e de abuso de poder econômico.

No entanto a assessoria de imprensa, preocupada em preservar a imagem do cantor sertanejo, que é assumidamente apoiador do presidente da república, disparou uma nota isentando o marido de Andressa Suita de qualquer responsabilidade na participação de Alcino Lima no Evento

O pai do cantor esteve no evento por vontade e decisão própria. Não houve influência do filho ou qualquer outro familiar. Ressaltamos também que o artista respeita a posição política de seus familiares, amigos e fãs, independentemente de partido. Por conta disso, não vamos comentar o assunto”. Disse a nota

O cantor sertanejo Gusttavo Lima, apoiador assumido do presidente Jair Bolsonaro, beijou a bandeira do Brasil, em resposta às manifestações que aconteceram no Lollapalooza

Os fãs do Gusttavo Lima aprovaram a atitude do cantor no último fim de semana quando o cantor, beijou a Bandeira do Brasil, como forma de resposta aos protestos contra Jair Bolsonaro, que aconteceram no último final de semana.

Ao contrário da atitude do cantor sertanejo, Pabllo Vittar utilizou uma bandeira do ex-presidente Lula durante sua apresentação no Lollapalooza. Outros artistas e bandas como Detonautas, Marina, Jão, Emicida e Lulu Santos protestaram contra Bolsonaro.

Durante a sua apresentação o marido de Adressa Suita também prestou homenagens a Marilia Mendonça e Cristiano Araújo.

No final de semana Partido Liberal (PL) recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) apontando propaganda eleitoral antecipada. O ministro Raul Araújo vetou as manifestações e fixou multa de R$ 50 mil por ato de descumprimento.

A pedido do próprio presidente, no entanto, o PL retirou sua ação contra o festival. Segundo aliados, Bolsonaro não foi consultado sobre a medida jurídica e solicitou ao partido que voltasse atrás.