“Parece que vou sair de mim”, diz Joelma sobre cantar música gospel

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Joelma revelou ao programa TV Fama que cantar músicas religiosas é algo que mexe com suas emoções.

Evangélica, a cantora Joelma gravou recentemente uma participação no CD da cantora Raquel Pereira e Rose Nascimento.
É sobrenatural. É como se eu não estivesse aqui. É uma força incrível. Me dá vontade de chorar, gritar, tudo ao mesmo tempo. Parece que eu vou sair de mim”, afirmou Joelma.

Cantora foi espancada pelo marido

Há muito tempo se especula que ela deixará o mercado secular para apostar em música gospel, mas a cantora já se considera dentro deste segmento, pois nos CDs da Banda Calypso ela sempre gravou canções religiosas.

Eu estou no gospel há 18 anos. Procurando na internet, é possível ver muitos vídeos meus cantando música gospel com a banda Calypso. A única diferença é que antes eu fazia os cultos em casa e agora vou para a igreja”, explicou.

A cantora Joelma fez graves revelações sobre Ximbinha, seu ex-marido, em entrevista à revista Marie Claire. Segundo ela, nos bastidores da banda Calypso, ela era vítima do guitarrista, quando estava sob efeito de álcool. Apesar de nos palcos parecer feliz e animada, só ela sabe o que passava às escondidas.

Ele reclamava que profissionalmente me respeitavam mais do que ele. Isso o deixava irado. Sentiria muita vergonha se vissem meu rosto coberto por hematomas“, lamenta a artista, que ficou três dias trancada no quarto de um hotel após a primeira agressão, logo no início dos anos 2000.

No entanto, Joelma e Ximbinha foram casados durante dezoito anos e o comportamento abusivo veio depois de alguns meses juntos, segundo Joelma. “Ele prometeu que nunca mais faria aquilo. Que se eu desse uma chance, provaria. Era o que ele sempre dizia: que não repetiria a agressão. Parecia mesmo arrependido. Acreditei“, relata.

No entanto, ela voltou a ser agredida dois anos depois: “Naquela tarde ele já estava bebendo havia uns dois dias, virado. Pedi pra alguém avisar que estava passando do limite. E essa pessoa foi chamá-lo. Estávamos numa casa em Recife, que tinha um segundo andar com uma varanda sem proteção, e lá embaixo havia um muro com umas armações de ferro. Ele veio transtornado porque eu tinha mandado chamá-lo e começou a bater a própria cabeça na parede“.

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