Joelma é acusada de calote em empresa e processo vem à tona; saiba mais detalhes

Joelma é processada após dar suposto calote em empresa que prestou serviços para a cantora

A cantora Joelma e a empresa J.C. Shows foram processadas pela ABCOMP – Soluções em Tecnologia da Informação em uma ação de cobrança que pede uma indenização de mais de R$ 160 mil, segundo informações obtidas pela jornalista Fábia Oliveira, do Metrópoles.

De acordo com os autos do processo, Joelma contatou a autora em agosto de 2015 para contratá-la a fim de promover ações de marketing e gestão de mídias sociais com o objetivo de reduzir as perdas que vinha sofrendo em virtude da separação de seu ex-marido, Ximbinha.

Foi estabelecido um contrato com remuneração mensal de R$ 15 mil e prazo de exclusividade recíproca de 2 anos, mas o instrumento foi redigido em nome de Joelma, pessoa física, e a equipe da cantora nunca realizou a alteração para constar o nome da pessoa jurídica.

A partir de 1 de novembro de 2015, a ABCOMP assumiu o controle e a gestão das redes sociais de Joelma, criando a marca “Joelma” e prestando serviços como a criação de um site, páginas em redes sociais, acompanhamento e direcionamento em entrevistas e aparições na TV e no rádio.

A autora afirma ter prestado assistência na produção do videoclipe da canção “Voando pro Pará”, a primeira obra de Joelma em sua carreira solo, e ter sido responsável por uma série de campanhas estreladas pela cantora. O trabalho com a artista se encerrou em 2016 com a comercialização de produtos secundários que carregavam a marca “Joelma”.

O problema foi que o valor ajustado a título de pagamento não foi cumprido da forma esperada, com o valor devido sendo quitado apenas parcialmente a partir de dezembro de 2015.

Cantora teria criado empecilhos nas tratativas

A empresa afirma ter feito uma proposta de formalização de um consórcio entre a ABCOMP e J.C. Shows para explorar as mídias e produtos da marca “Joelma”, mas a artista teria criado empecilhos nas tratativas e nunca dado condições para que o consórcio se desenvolvesse, acarretando graves problemas para a imagem da autora junto aos seus parceiros no mercado.

A ação alega que as produções propostas estavam atrasadas no começo de julho de 2016, a imagem da empresa gravemente ferida perante seus parceiros e o montante de R$ 21 mil sequer havia sido pago.

A ABCOMP diz ter sido pega de surpresa quando a pressionaram para assinar um documento por meio do qual ela renunciaria a qualquer direito referente aos serviços prestados e que isso seria feito em troca do pagamento de R$ 20 mil, o que foi recusado pela empresa.

Em resposta ao processo, Joelma e J.C. Shows afirmam que cumpriram com todas as obrigações contratuais e que a autora da ação não teria direito a nenhuma indenização.

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