O pai da dupla sertaneja Henrique e Juliano, Edson Alves dos Reis, doou R$ 250 mil para de Bolsonaro em 2022
Na reta final da eleição, os fãs da dupla Henrique e Juliano foram surpreendidos pelo anuncio da doação de R$ 250 mil doados para a campanha de Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.
A doação foi feira pelo pai dos cantores Edson Alves dos Reis. Uma doação de R$ 100 mil em agosto, e outra de R$ 150 mil no dia 10 de outubro, dois dias depois de o político ter marcado presença na gravação do DVD dos cantores em Brasília.
O empresário, pai dos sertanejos, é também sócio dos artistas em diversas empresas, inclusive na marca “Henrique e Juliano” e na Fazenda Terra Prometida, com foco na criação de gado.
Assim como o pai, Henrique e Juliano já declararam apoio a Bolsonaro. Os dois, além de estarem presentes no grupo de sertanejos que apoia o presidente, também representam empresários pecuaristas, classe, em sua maioria, apoiadora de Bolsonaro. Segundo o Canal Rural, na Fazenda Terra Prometida, no Tocantins, são criadas mais de 600 cabeças de gado.
A admiração da família dos sertanejos a Bolsonaro é antiga, segundo Edson. “O presidente Bolsonaro está nas nossas orações e nos nossos pensamentos, meus e da minha esposa, antes de ser presidente da República. E, graças a Deus, temos o conhecimento e a amizade dos filhos dele que vai perdurar por muito tempo“, disse Edson em uma entrevista para o jornalista Leo Dias, do “Metrópoles”.
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Henrique é procurado pela justiça

Uma notícia polêmica do cantor sertanejo Henrique, da dupla Henrique e Juliano, deixou internet chocada. Isso porque, segundo a colunista Cíntia Lima, o intérprete de “Arranhão” estaria sendo procurado pela Justiça após ser denunciado por agressão a um homem.
O caso teria acontecido no dia 24 de julho de 2018, logo após uma festa de aniversário de Marília Mendonça. Na ocasião, o técnico em aparelhos de ar-condicionado Thiago Junior Martins da Silva relatou à polícia, em um processo que corre na Justiça desde então, ter sido agredido pelo cantor sertanejo, que suspeitou que ele estava tentando filmar os presentes:
“Fui abrir a galeria de fotos, um deles tomou o celular da minha mão, me desferiu um soco na boca. Apareceu o Henrique que, ao invés de apartar, me enforcou com muita força, deu soco na cara, passou a mão no meu rosto, me mostrou o sangue e me chamou de otário”, disse em julho de 2018.
Na época, o homem denunciou contra Henrique em uma delegacia e o delegado Antônio André Santos Júnior tentou ouvir o cantor, mas sua assessoria entrou com o argumento de que, devido à sua badalada agenda de shows pelo Brasil, ele iria apenas se pronunciar perante o juiz. O delegado disse ainda que nenhuma das testemunhas ouvidas relataram ter visto a agressão de Henrique.
O homem entrou com dois processos judiciais contra Henrique, ambos no valor de R$ 50 mil. O primeiro foi encerrado após um acordo de R$ 7,5 mil, mas o segundo ainda dá dor de cabeça para as autoridades, já que a Justiça já tentou entrar em contato com o cantor sertanejo por pelo menos três ou quatro vezes para que ele se apresente em juízo, mas simplesmente não consegue localizá-lo.
Nas últimas informações do caso, constadas em maio deste ano, a Justiça teria conseguido o endereço da fazenda do cantor sertanejo no Tocantins e iria mandar uma carta precatória para Henrique para que ele comparecesse à justiça. Caso isso não acontecesse, o caso seria publicado no diário oficial o intimando e, se mesmo assim ele não se apresentasse, o juiz poderia decretar a condenação do cantor sertanejo.
A colunista ainda afirma que a assessoria de Henrique e Juliano disse na época do processo que não iria se pronunciar, e entrou em contato tentando dessa vez esclarecer os fatos, mas não foi respondida.
O processo ainda encontra em vigor no site do Jusbrasil, conforme apurado pela equipe do Movimento Country.
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